Por vezes, olhamos para o céu e parece que
vemos pontos brilhantes a “cair”, será que estão mesmo a cair?
Aos pontos brilhantes que vemos a “cair” do céu, chamamos
Chuvas de Estrelas, que não são mais, do que chuva de meteoros. É verdade que este
fenómeno, desperta a curiosidade humana desde o início dos tempos e isso é
evidenciado por muitos registos e histórias que falam de Chuva de Estrelas.
Uma Chuva de Estrelas é, nada mais, nada
menos, do que meteoros a entrarem em contacto com a atmosfera terrestre.
Quando um asteroide atravessa a
atmosfera, este começa a arder e, é esse o brilho que vemos no céu. Mas, muito raramente tem impacto no solo.
Na verdade, todos os anos pelo mês de Agosto este
fenómeno pode ser observado a olho nú, quando o
planeta Terra atravessa o rasto de um asteróide. Alguns destes atravessam a
atmosfera e ocorre uma chuva de
estrelas cadentes. Neste caso, nesta altura do ano, a Terra encontra-se a atravessar a órbita do cometa Swift-Tuttle o
que origina as “Perseidas” ( nome dado à chuva de estrelas
originada pela passagem no rasto do comenta Swift- Tuttle).
As Perseidas são
popularmente conhecidas como “lágrimas de São Lourenço” como forma de honrar o
Santo a 10 de agosto. Consegue-se ver este fenómeno
astronómico entre 8 e 14 do referido mês.
Por outro lado, a poluição
luminosa,
a presença de nuvens e as fases da lua, por exemplo, podem reduzir
consideravelmente a quantidade de meteoros observados, pois o brilho dos meteoros
mais fracos é ofuscado pelas fontes luminosas.
O registo mais antigo da chuva de Perseidas, data do ano de
36 d.C., feito por astrónomos chineses.
Qualquer planeta do sistema solar com
uma atmosfera razoavelmente transparente pode
ter chuva de meteoros. Marte é
conhecido por ter chuvas de meteoros, que acontecem com intensidade.
Filipa Pires 6ºE
Fonte


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